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info técnica

por Paulo Pinto, em 03.10.13

338 páginas + 8 de gravuras extratexto a cores, prefácio (do Ferreira Fernandes), introdução, bibliografia e notas. Faltou, talvez, um índice remissivo. Sobre as notas, refira-se que estão no final, divididas pelos respetivos capítulos. Houve uma coisa que se perdeu neste formato: são exatamente 300 (foi quase por acaso, o número redondo). ah! e são, na sua maior parte, links de informação que pode ser acedida na internet. Quis, tanto quanto possível, dar informação facilmente acessível e não obras cuja consulta obrigasse a ir a bibliotecas.

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publicado às 19:30

então foi assim, parte 2

por Paulo Pinto, em 03.10.13

Fiz 50 perguntas. Quem faz 50, faz mais 50. Simples. Não, fiz 50, depois algumas foram desdobradas, outras foram sugeridas por pessoas que desafiei para o efeito. Algumas foram de caras: se existiu uma Escola de Sagres, que verdade há nas teses do "Colombo português", porque foi D. Sebastião a Alcácer-Quibir... mas a primeira foi mesmo aquela que acabou por dar o nome ao título principal. Na verdade, receio que alguém pense que se trata de um livro sobre a chegada dos portugueses à Austrália (o assunto daria um livro, é verdade). Uma das principais dificuldades foi encontrar perguntas que fossem verdadeiramente interessantes para o público leigo: Afonso de Albuquerque levou a cabo uma "política de casamentos"? o "homem do chapeirão" é o infante D. Henrique? Onde ficava a Cochinchina? enfim. Houve questões que foram eliminadas, umas porque a sua formulação era muito complexa, outras porque não interessavam provavelmente a não-especialistas, outras ainda porque, bom, não cabiam no cesto. A primeira é uma interrogação sobre se foram os portugueses os primeiros a desbravar o Atlântico e a última é, simplesmente, "Que balanço?", e aborda - sucintamente, como todas elas - a forma como hoje, em 2013, olhamos para o nosso passado "imperial".

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publicado às 18:03

como se diz agora, "então é assim"

por Paulo Pinto, em 02.10.13

Ou foi. Tudo partiu de um desafio da própria editora: escrever um livro sobre "mitos" e "ideias feitas" dos Descobrimentos (para não dizer "disparates incrustados"). Vai não volta, o tema lá aparece nas páginas dos jornais: ou descobriram mais uma pista da "Flor de la mar", ou a estafadíssima historieta do "Colombo português" conhece mais um novo capítulo, ou surgem novíssimas (e incontestáveis) "provas" de que os portugueses descobriram a Austrália. Para não falar de quando alguém repesca a Escola de Sagres, a Pedra de Dighton ou outra balela. De facto, era um desafio. Mas eis que este conheceu um inesperado refinamento: "o melhor era mesmo pergunta/resposta". "Quantas? 50?". "100". Eu teria preferido 97, 103 ou "um chorrilho delas" (para não usar outro vernáculo). "Um Chorrilho de Perguntas sobre Descobrimentos" seria um bom título. Mas não, 100 seriam, 100 ficaram. Depois, impus a mim mesmo uma disciplina draconiana: as respostas teriam todas o mesmo tamanho; simples ou complexas, teria que responder e descalçar a bota em X linhas. E assim foi. A lista, o alinhamento e a escrita foram mais ou menos anárquicas, até chegar à centena que foi, posteriormente, dividida por temas. Ei-los:

 

I. O "arranque" dos Descobrimentos

II. Mitos de ontem e de hoje

III. Homens dos Descobrimentos

IV. Mistérios e controvérsias

V. Expansão portuguesa e expansão europeia

VI. Rumos, políticas e tratados

VII. «E se mais mundo houvera, lá chegara»

VIII. Histórias de encontros e desencontros

IX. Dúvidas e curiosidades

X. Descobrimentos e memória

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publicado às 17:35

a propósito do vídeo de inauguração

por Paulo Pinto, em 02.10.13

Começo com as primeiras linhas da "Introdução" do livro. Foi coincidência, believe it or not. Reza, então, assim:

 

"«Então a senhora é que é fadista e não sabe o que é o mastoideu?». Pode esta expressão do mais célebre clássico do cinema português ser aplicada à História e aos autores que dela tratam e estudam? Mais ou menos, desde que com a seguinte ressalva: enquanto o esternocleidomastoideu integra o vocabulário de um campo muito específico, o da anatomia e da medicina, a História faz parte do conhecimento comum e da cultura geral de qualquer cidadão. É verdade, não é? Sim, mas só até certo ponto (...)".

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publicado às 16:07

Snip!

por Paulo Pinto, em 02.10.13

Declaro oficialmente inaugurado este blog.

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publicado às 15:50

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